sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A vulnerabilidade do amor


O que dizer de um coração que em partes fica feliz por estar ao lado de uma pessoa incrível, mas ao mesmo tempo chora por amar demais?


Nascidos um para o outro, ou como dizia minha avó, a tampa da panela que faltava. Viver feliz, sentir saudades, amar loucamente, estar ao lado em todos os momentos, dizer Nada nem ninguém vai separar a gente, mas quando o encontro com a maldita bebida, juntamente com um ciúmes, joga por agua abaixo todas as conquistas.


Amor, algo tão difícil de se explicar, dificil de se entregar, seja por motivos históricos, seja por falta de confiança, seja por ter medo de amar.

Ao estar junto de outra pessoa, o ser humano, como instinto, vai para o egoismo, tentando fazer que a pessoa supere seus desejos e anseios, mas chega em determinado momento que os desejos não são mais saciáveis, que os defeitos da pessoa são maiores, deixando o belo dar espaço para o egoísmo implícito.


Nas telas de cinemas podemos analisar diversos casos de amores vulneráveis, alguns duradouros, outros de finais felizes, mas no desenrolar da história algo dramático mostra a realidade do amor, eis alguns filmes que podem exemplificar um pouco:

Moulin Rouge, O Amor Não Tira Férias, O Segredo de Brokeback Mountain, Edward Mãos de Tesoura, Como Se Fosse a Primeira Vez, Para Sempre Cinderela, Nunca Fui Beijada, 10 Coisas que Eu Odeio em Você, O Guarda-Costas, Show Bar...


Em muitos filmes, incluindo estes, nota-se me algum trecho a parte do ego falando mais alto.

O egoismo traz em consequência a solidão, o desamparo emocional, fazendo do ser uma pessoa em busca da satisfação, provocando em muitos casos "a galinhagem", como dizem alguns.

E os amores que são "repartidos", poligamia escondida talvez, são amores verdadeiros, ou meros desejos reprimidos que são abertos ao companheiro?

Existem amores/paixões que exalam sentimentos autenticos, onde o ser expressa tudo o que sente?


O amor, o que dizer deste sentimento que parece em contos de fadas em quanto durou, que parecia estar ao lado, mas pensando em terceiros. O amor a cada dia torna um empresa tercerizada, onde "minha necessidade e desejo devem ser cumpridos, caso terá penalização.", "faça o serviço para mim, eu te ajudarei depois."


Ah, este amor que dói, ter que abandonar a vida em mesmo teto, para tentar deixar a pessoa mais feliz, mesmo não entendendo o porquê disto. Deixar a pessoa sair, divertir sem hora pra voltar e sem poder questionar, que amor é este?

Abdicamos de nossa vida para viver a da pessoa.

Em qualquer relacionamento, o amor de um é maior que o do outro. E o equilibrio da natureza onde fica?


Tentar buscar a felicidade amorosa requer cuidados especiais, requer tentar desvendar o outro e ao mesmo tempo se encontrar, sem deixar as maléficas vozes interiores e exteriores dominar você.




Um comentário:

  1. Nossa Di vc estava inspirado heim????Posso dizer que concordo plenamente com vc...Será que amar mesmo vale a pena? Ou a inconstância deve falar mais alto??Dúvidas...
    Lindo o seu Twitter...
    Adoro vc e a pesar de suas inconstâncias ( digamos parecidas com as minhas hsuahsua)vc é mto importante em TODOS os momentos da minha vida...
    Afinal espero ainda poder juntar as "estrelinhas" Maria Clara e Victor Hugo...
    HSUHAUSHAUHSUA

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